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Mostrando postagens de Junho, 2013

A ARTE DA GUERRA - SUN TZU (Sinópse)

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Sun Tzu, Século VI, a.C. A arte da guerra/ Sun Tzu; Tradução Elvira Vigna – [Ed. Especial] – Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2011.
            Será a vida uma guerra? Talvez você diga que sim! Eu, porém, prefiro ter uma visão menos dramática da vida moderna, embora eu seja no meu todo, uma pessoa romântica. O fato é que guerras existiram, existem e com certeza existirão. No passado as guerras eram para aumentar as terras, as riquezas e pessoas que seriam membros do exército ou serviriam como escravos. Com certeza nessas guerras ocorriam batalhas extremamente sangrentas.             No mundo da atualidade, houve uma mudança de perspectiva. A tecnologia gerou conforto e uma alta produtividade. As relações de trabalho se tornaram menos desiguais, chegando ao ponto de alguns trabalhadores poderem negociar diretamente com seus empregadores. Não precisamos plantar nosso alimento no fundo de nossa casa. Compramos o que precisamos com o dinheiro que ganhamos trabalhando em escritórios confortá…

Abaixem as bandeiras, levantem as idéias!

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Tenho lido e ouvido algumas críticas ao movimento das ruas. São críticas de pessoas de esquerda e merecem ser debatidas. Os comentários de gente de direita desqualificam o debate e são feitos misturando ódio e preconceitos, não merecem nem resposta.
Vamos as mais comuns: OS MANIFESTANTES NÃO SABEM O QUE QUEREM – Pode ser, mas sabem muito bem o que não querem fruto da experiência política que a maioria da população sofreu nas últimas décadas de uma democracia representativa indireta, sem transparência. Mas, por si só, o movimento das ruas já coloca para debate alguns temas caros à sociedade brasileira: as instituições governamentais, os partidos políticos, o papel da polícia e da mídia. NÃO TEM PROJETO DE PODER E NEM LIDERANÇAS – Verdade, mas rejeitam o atual projeto de poder, que transformou a frágil democracia brasileira numa caricatura, num convescote entre grandes grupos empresariais e governantes, verdadeiros administradores do interesse do grande capital. Se não há lideranças é porq…

Frente de Luta Goiás

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Incendiávamos ônibus,
atirávamos pedras
contra as catedrais.

Porque os despejos
acrescidos dos transportes
com aumento
e a repressão justificada
por suposta lei ditada
pelo firmamento
eram violentos demais.

Quebrávamos cercas,
atravessávamos fronteiras
do sexo,
do ritmo,
das letras.

Nas manchetes matinais:
clamores anti-baderna,
reclamando nossa falta de gosto
e os usos de... direitos
ditos de todos
(sempre em tom duvidoso).

Nos chamavam vagabundos,
delinquentes,
marginais.

O centro se espantava
com nossos gritos.

Mas é que o silêncio
era violento demais.

Viva o protesto! Chega de resignação!

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Uma contradição fica exposta sempre que refletimos sobre os absurdos que ocorrem na sociedade brasileira e que ficam impunes. “Brasileiro é acomodado, não quer saber de nada”, dizemos. Mas quando alguém se levanta para protestar o que mais se ouve na mídia brasileira é que são “baderneiros, vândalos”. Afinal, existe protesto limpinho, higienizado? Quando vemos pela TV imagens de manifestações de rua em Atenas, na Turquia ou mesmo na França, Portugal e Espanha os comentários são de “protestos violentos”. E olha que o pau canta direto, com feridos e detidos.
No entanto, palestinos e árabes em geral são tratados pela mídia como radicais e fundamentalistas. Fazem parte do “eixo do mal”, expressão difundida pelos órgãos de inteligência do governo Bush. Da mesma forma são tratados os sem-terra, os sem-teto e também e os indígenas brasileiros (povos originários), quando vão à luta por suas terras, usurpadas por grileiros e latifundiários do agronegócio.
Assim foi com a juventude que se reuniu e…