quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Cartas Chilenas - Carta 3ª (reeditado)

As injustiças e violências de Fanfarrão são por motivos de somenos importância. Critilo diz que Minésio tem tudo para ser um bom “chefe”, mas ele não tem nenhum “sistema”. Fanfarrão toma por empreitada a construção de uma suntuosa cadeia. Critilo chega até mesmo a comparar, a obra da cadeia com as grandes obras faraônicas. Tal obra custosa serve para prender os negros que devem e que não devem e na falta de negros outros quaisquer que se enquadrem nos termos de vadios, são logo lançados na prisão.
Prepara o branco lenço, pois não podes
Ouvir o resto, sem banhar o rosto
Com grossos rios de salgado pranto.
Nas levas, Doroteu, não vêm somente
Os culpados vadios; vem aquele
Que a dívida pediu o comandante;
Vem aquele, que pôs impuros olhos
Na sua mocetona e vem o pobre,
Que não quis lhe emprestar algum negrinho,
Para lhe ir trabalhar na roça e lavra.
Estes tristes, mal chegam, são julgados
Pelo benigno chefe a cem açoites.
(versos 229 a 240)
As injustiças que Fanfarrão comete, são prontamente copiadas pelos seguidores e lacaios, que querem se parecer com o chefe que a tudo pode. Assim a corrupção, a injustiça, os desmandos vão se tornando a ordem do dia. Esta situação corta o coração dos que habitam Santiago (Vila Rica), alguns como Critilo, não dormem a noite, desejando encontrar uma solução para tanta opressão.
 
 
 

Cartas Chilenas - Carta 2ª (reeditado)




 

Mal se põe nas igrejas, de joelhos,
Abre os braços em cruz, a terra beija,
Entorta o seu pescoço, fecha os olhos,
Faz que chora, suspira, fere o peito,
E executa muitas outras macaquices
Estando em partes onde o mundo as veja.
(versos 85 a 90)
Quem ousa falar contra Minésio, rapidamente é acusado de um crime qualquer e se vê fechado na cadeia. Também nesta situação, Fanfarrão se faz de vitima, um justo sendo caluniado, mas diante seu acusador, mostra ter compaixão estando disposto a esquecer toda “calúnia” feita contra ele e perdoa o acusado desde que este se comprometa a não mais lhe insultar. Não é por nada que o autor destas cartas fizesse questão do anonimato, pois corria perigo sua vida.
Fanfarrão faz papel de juiz, o povo aflui a sua casa em busca de obtenção de vantagens. Fanfarrão, se faz de deus, concedendo a vontade de todos sem se importar se estes têm ao seu lado a justiça ou não. Assim a criminosos é concedido o perdão, aos malfeitores a razão, aos que cometem os mais diversos atos desonestos, é lhes concedido a virtude. Javé, o Deus soberano, tem de seguir regras para o bom andamento do universo, mas Peralta, não conhece restrições.
 

Cartas Chilenas - Carta 1ª (reeditado)



Critilo descreve a entrada de Fanfarrão, Minésio, no Chile, aparentando uma piedade da qual não é possuidor. Ele pede que Doroteu abandone o que estiver fazendo e dê atenção ao que ele irá lhe contar. Diante a conhecer as façanhas do D. Quixote às avessas, qualquer atividade que Doroteu esteja a realizar, são comparadas com sonhos desconecto da realidade, daqueles que se tem durante os sonos profundos.

Ah! Tu, Catão severo, tu que estranhas

O rir-se um cônsul moço, que fizeras

Se em Chile agora entrasses e visses

Ser o rei dos peraltas quem governa?

Já lá vai, Doroteu, aquela idade

Em que os próprios mancebos, que subiam

À honra do governo, aos outros davam

Exemplos de modéstia, até nos trajes.

(Versos 93 a 100)

Minésio, o governador dos peraltas, está rodeado de lacaios que estão a lhe aplaudir os atos e estes mesmos se empenham em engrossar a corrupção se comportando como verdadeiros senhores soberanos que a nada temem e a ninguém respeitam. Dentre estes se destacam Robério e Matúsio.

O comportamento de Fanfarrão é tão absolutista, que Gonzaga diz que os céus têm outra configuração, não se vê mais o Sol e a Lua, no lugar sobe um cometa que cobre toda a terra com sua cauda. Pobre Chile! Melhor seria se tivesse sido acometido pelas pragas do Egito. Depois que toma posse, Minésio, trata a todos com um desprezo que os faz sentirem saudades do governante anterior.

Cartas Chilenas - Introdução (reeditado)



A obra “Cartas Chilenas” é um texto satírico da literatura brasileira. Trata da corrupção de Luís da Cunha Meneses, governador da capitania de Minas Gerais entre 1783 e 1788. Nestas Cartas, “chilenas” querem dizer “mineiras”. Chile é Minas Gerais; Santiago, Vila Rica. Os personagens também despistam a inspiração: O governador ficou ilustrado por Fanfarrão Minésio; o autor se autodenomina Critilo; o destinatário das cartas chama-se Doroteu.
Escrito sobre anonimato, para se evitar represálias, sendo atribuída de consenso a Gonzaga, por volta de 1845. O autor expõe os costumes da cidade de Vila Rica de modo caricato e impiedoso, não perdoando, sobretudo os atos grosseiros e desmandos da aristocracia. Cada carta segue um enunciado onde se estabelece a temática da carta: a entrada de Fanfarrão no Chile; a fingida piedade deste a fim de conseguir negócios; suas violências e injustiças; o casamento do futuro rei D. João 60 e Carlota Joaquina; as desordens e brejeirices de Fanfarrão.

A influência dos iluministas franceses é bem evidente. Gonzaga teria se inspirado no estilo satírico de Voltaire e nas Cartas Persas (1721), do barão de Montesquieu (1689-1755), para intitular seu poema. A obra de Montesquieu se pauta na comparação entre culturas e costumes diferentes e usa a ironia como forma de denúncia. Nesta obra que se tornou um dos manuais do iluminismo, um persa visita a França e tenta entender os hábitos e as instituições do país.


A Inconfidência Mineira lutava, entre outras coisas, contra a cobrança abusiva sobre a exploração do ouro. Tomás Antônio Gonzaga teve participação ativa neste movimento, fazendo suas denúncias através dos seus escritos. Além de Cartas Chilenas, Gonzaga escreveu também as liras “Marília de Dirceu” que se enquadra no mesmo estilo e completam a alta produção do poeta.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Escrever com Atitude: 15 coisas que deve evitar para melhorar sua escrita.


Muitos livros, blogs, artigos e revistas na atualidade, tem sido escritos com a intencionalidade de autoajuda.  Confesso que não sou muito adepto desse tipo de leitura, porém, me chamou a atenção um artigo de um blog com título em espanhol: Actitud escritora: 15 cosas que hay de dejar de lado para escribir mejor. Tratava-se da tradução de um artigo em Inglês que tem o título: 15 Things You Should Give Up To Be Happy. O artigo em Inglês traz dicas sobre como ser feliz no casamento e o tradutor para o espanhol adaptou, o texto, com dicas de como escrever melhor e ser feliz fazendo isso.
 
Achei o artigo de muito bom gosto e com sugestões interessantes. Decidi traduzi-lo para o português, pensando nas pessoas que, como eu, se dedicam a escrever, seja como passatempo ou profissionalmente.
 
Para quem desejar ler a versão espanhola ou o original Inglês, podem fazê-lo clicando nos links abaixo:
 
 
 
15 coisas que você deve deixar de lado para escrever melhor, e quem sabe ser mais feliz escrevendo.

1.    Renuncie a necessidade de ser o melhor do seu grupo. Escrever é uma questão de criatividade e a criatividade se alimenta, em partes, do ego. Os escritores amam seus textos, seu estilo, seu gênero, e não raro, tendem a menosprezar os outros se colocando num lugar superior. Em todo grupo de pessoas é irrefutável o desejo, do escritor, de estar acima, de ser a referência. Ainda que nesse momento não o seja, o escritor pensa com ele mesmo, que é injusto o lugar em que se encontra, que deveria ser o primeiro e que tem qualidades melhores do que o outro. Mas, esta atitude não tem nada a ver com a melhoria da escrita, é simplesmente uma questão de posição. Que diferença fará, para seus escritos, se você é o primeiro ou o sexto? Será que seu ego é tão grande assim?
2.    Renuncie a sua necessidade de controlar tudo. Temos a necessidade de controlar tudo que colocamos sobre o papel (estrutura, eventos, linguagem, sintaxes). Deixe que sua escrita flua sem críticas, sem controle, sem censura prévia. Haverá, depois, um tempo para que sejam feitas as revisões e as correções necessárias, mas no momento da criação deixe-se levar. (Deixando as coisas irem, permites que tudo se faça. Ganham o Mundo aqueles que relaxam. Mas é preciso tentar, tentar e tentar novamente. Lao Tse)
3.    Deixe de culpar outros. Renuncie a necessidade de culpar aos outros pelo que você escreve ou deixa de escrever, pelo que produz, pelo que abandona. Não dê poder aos outros sobre suas produções e comece a aceitar a responsabilidade sobre seu tempo de escrever, sua dedicação, suas preferências e seus textos.
4.    Deixe de ter atitude autodestrutiva e de falar mal de seus textos. Quantas pessoas menosprezam a si mesmas por causa do pensamento negativo, baixa estima e mentalidade autodestrutiva? Não acredite em tudo que sua mente diz sobre você (em especial se for negativo e contraproducente). Você é melhor do que isso e o fato de sentar-se regularmente para escrever já mostra isso. (A mente, se usada corretamente e espetacular. Porém, com um uso impróprio se torna muito destrutiva. Eckhart Tolle)
5.    Não tenha Limites de criatividade. Pensar que há coisas que você não pode escrever limita seus textos. A partir de agora não permita que suas crenças, seus pudores, seus medos capturem sua criatividade. Tudo se pode alcançar por meio de esforço e dedicação. O difícil pode ser alcançado. O que parece impossível, leva mais tempo, mas também pode ser alcançado.
6.    Pare de se queixar. Deixe de ficar se queixando das coisas, das pessoas, das situações e dos acontecimentos que te impedem de desfrutar de sua paixão por escrever. Ninguém pode fazê-lo infeliz, nenhuma situação pode impedi-lo de fazer o quer e desfrutar disso, a menos que você o permita. Não são os acontecimentos que provocam esses sentimentos em você, mas sim a forma como você escolhe sentir-se diante desses acontecimentos. As queixas incrementam a negatividade. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7.    Esqueça as criticas mal-intencionadas. Pare de criticar agressivamente os livros, gêneros, histórias ou escritores que são diferentes dos seus e dos que você gosta. Todos somos diferentes, mas no final todos somos os mesmos. Todos queremos ser felizes escrevendo, no final se trata exatamente disso. Todos queremos ser compreendidos, queremos comunicar-nos, queremos transmitir nossas ideias e queremos fazê-los do nosso jeito.
8.    Renuncie sua necessidade de impressionar. Deixe de tentar tão intensamente escrever algo que simplesmente você não sente, somente para se parecer com outro escritor. Não funciona assim. No momento em que você deixa de tentar ser como outro, que deixa cair as máscaras, que aceita e abraça o seu verdadeiro eu, encontrará a sua voz e com ela os seus leitores, e isso, sem muito esforço.
9.    Renuncie a inércia e a sua resistência a mudanças. Ninguém é o mesmo que era ontem, com os textos acontece o mesmo. A mudança é boa, nos faz incorporar novas ideias e pontos de vista, nos faz evoluir. A mudança te ajudará a alcançar melhoras em sua forma de escrever, levando em conta aspectos que antes lhe escapavam. Se realmente prestamos atenção e vamos assimilando os conhecimentos novos, a mudança será uma evolução. (Siga buscando a felicidade e o universo abrirá portas onde só havia muros – Joseph Campebell)
10. Esqueça os rótulos. Deixe de rotular todas as coisas que escreve, as histórias que lê, os escritores novos ou aquilo que a principio não compreende, como algo estranho, louco ou simplesmente errado. Procure abrir sua mente pouco a pouco às diferentes formas de expressão, às diferentes formas de transmitir ideias e sentimentos. Sua mente só funcionará a 100% quando estiver totalmente aberta. (A forma mais elevada da ignorância é quando alguém rejeita algo do qual não sabe nada – Wayne Dyer).
11. Renuncie ao medo de se expor. O medo é só uma ilusão, não existe, você é quem o cria. Tudo está em sua mente, criando limites e te censurando. Se der o seu melhor e se esforçar em escrever do seu jeito, o resultado será satisfatório e terá motivos para se orgulhar. (A única coisa que temos a temer é nosso próprio medo – Franklin D. Roosevelt).
12. Pare de inventar desculpas. Identifique-as e elimine-as de sua rotina. Não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos, nos damos pouco tempo para escrever ou evitamos a história que realmente queremos contar, por causa das muitas desculpas que temos a nossa mão, prontas para serem usadas. Em vezes de crescermos e trabalharmos para melhorar nossa escrita, nossa história, nossos textos, ficamos presos e mentimos para nós mesmos usando todo tipo de desculpas possíveis, que em 99,9% das vezes, nem sequer são reais.
13. Abandone o passado. Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando parece que no passado escrevíamos com mais fluidez, com mais ímpeto, tínhamos milhões de ideias na cabeça e parece que agora formou-se um bloqueio em nossa mente. Mas, você deve levar em conta que o momento presente é tudo que temos e é o que sempre teremos. Deixe de enganar a você mesmo: O melhor momento para escrever é agora mesmo. Tenha uma visão correta do futuro, prepare-se para ele, mas sempre comece a escrever agora.
14. Abandone o seu apego a sua antiga forma de escrever. No momento em que você se soltar de sua escrita de anos atrás, de suas condições, suas manhas e vícios, seus textos se tornarão fluidos, constantes e criativos, ao ponto de te surpreender. Você pode chegar ao ponto de compreender as coisas que fazia mal e corrigi-las, melhora-las, sem estresse, sem mal-estar. Seu melhor e mais implacável crítico construtivo deve ser você mesmo e quando for capaz de identificar os defeitos em sua escrita será também capaz de supera-los.
15. Pare de escrever segundo as expectativas dos outros. Muitos escritores tentam criar uma obra que não é sua. Procuram escrever de acordo com o que outros pensam; tentando agradar seus parentes; seus amigos; seus inimigos; seus professores; seus governantes e os meios de comunicação, ignorando assim sua voz interior. Estão tão ocupados escrevendo sem alma, para agradar ao mundo a sua volta, tentando estar à altura das expectativas das outras pessoas, que perdem o controle sobre suas histórias. Deixam de desfrutar o prazer de escrever o que gostam, o que necessitam, o que querem. Esquecem de si mesmos. Você quer comunicar-se, escrever essa fantástica história que tem em sua cabeça, do seu jeito? Então, não deixe que as opiniões dos outros te desviem do seu caminho. Em nossos textos, como em nossa vida, vamos acumulando coisas, umas úteis e outras pesadas e sem utilidade. Saber distingui-las e ir liberando o lastro é o que nos torna sábios.

domingo, 14 de junho de 2015

II OUVINDO VOZES E PROMOVENDO DIÁLOGO - MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO PARA CIÊNCIAS E MATEMÁTICA DO IFG - CÂMPUS JATAÍ




A Educação Cientifica e a Formação para a Cidadania

A Educação a partir do século XX tem como objetivo a formação do cidadão. Espera-se que este cidadão esteja preparado para enfrentar os desafios do mundo moderno. Com os avanços científicos e tecnológicos alcançados, na atualidade, a educação cientifica se converteu numa exigência urgente, num fator do desenvolvimento das pessoas e dos povos. Uma alfabetização cientifica “surge dos anseios da sociedade por uma participação mais eficiente e atuante nos debates de ordem sócio científico e tecnológico do espaço em que convivem e se relacionam” (LUZ: 2013 p. 1).
          A educação cientifica tem sido ressaltada e pensada nos encontros de educadores, nos trabalhos de investigação, em publicações e congressos. A investigação em didática das ciências destaca que ocorre reiteradamente um elevado insucesso escolar, caracterizado pela falta de interesse e em alguns casos até mesmo de repulsa, que as matérias científicas têm gerado. Alfabetização cientifica é segundo Bybee, citado por CACHAPUZ et al (2005), “a expressão de um amplo movimento educativo que se reconhece e mobiliza atrás do símbolo da ‘alfabetização cientifica’”, justamente por este motivo, o movimento da educação cientifica pode gerar “o perigo de uma ambigüidade que permite a cada pessoa atribuir-lhes significados distintos”, dificultando que haja “um consenso sobre como e onde direcionar a sua aplicação (CACHAPUZ et al, 2005:19).
          Os educadores apontam a necessidade de uma formação cientifica que permita aos cidadãos participarem na tomada de decisões, em assuntos que se relacionam com a ciência e tecnologia. Este argumento, o acesso a democracia, é o mais amplamente utilizado por quem reclama a alfabetização científica e quer vê-la implantada como um componente básico da educação para a cidadania.
          A educação cientifica tem sido apontada como grande contribuinte para a formação de um cidadão ativo, porém, Cachapuz et al (2005) menciona que “uma tese” que tem sido confirmada por professores e planejadores dos currículos “é que a educação cientifica tem estado orientada para preparar os estudantes como se todos pretendessem chegar a ser especialistas em biologia, Física ou Química” (CACHAPUZ et al: 2005, pag. 29). Essa orientação tem gerado um mal estar entre os alunos, que na sua maioria, não decidiram que caminho educacional pretende seguir. Tal orientação, contida nos currículos, deve ser modificada, pois a educação cientifica se apresenta como parte de uma educação geral para todos os futuros cidadãos.
Enseñar, infelizmente, aún es, en muchos de los casos, simplemente adiestrar a los alumnos para que se tornen hábiles reproductores de los saberes ya reconocidos y tenidos como verdades irrefutables. Los manuales de enseñanza, en su mayoría, organizan anacrónicamente los contenidos, contribuyendo a construir en los estudiantes visiones deformadas del hacer científico y de sus relaciones con La tecnología. (GOMES: 2011, p. 74)
          A melhoria da educação cientifica tem como requisito fundamental, modificar a imagem da natureza da ciência que transmitimos. Para tanto é necessário modificar a epistemologia dos professores. Uma investigação sobre como se podem transmitir os conhecimentos científicos de uma maneira que gere um cidadão mais consciente de si e do seu papel junto à sociedade, pode contribuir para que haja uma superação das visões deformadas da ciência e da tecnologia, ajudando na renovação da educação cientifica.

Referências:
CACHAPUZ, Antonio. et al. A renovação necessária do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005.
CACHAPUZ, Antonio. et al. A renovação necessária do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005. Resenha de GOMES, José Leandro de Albuquerque Macedo Costa. Revista de Filosofía y Ciencias, Prometeica. Año II, n. 5, sptiembre-deciembre, 2011.
LUZ, Cláudia Sampaio Guimarães; PIRES, Luciene Lima de Assis. Algumas implicações da educação ambiental com a ciência, tecnologia, sociedade e ambiente (CTSA). I Seminário de Pós-graduação em educação para Ciências e Matemática, Jataí – GO, 2013. www.jatai.ifg.edu.br/semlic/seer/index.php/anais/article/.../294/104 acesso em: 28 ago. 2014.

O SIGNO LINGUÍSTICO NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO E DE SIGNIFICAÇÃO DA IMAGEM DO POEMA – UMA ANÁLISE DA POESIA DE GUIMARÃES FILHO - Parte 4

 4 DA LUZ À ESCURIDÃO E DE NOVO À LUZ – OS CAMINHOS DO POEMA EM “A ROSA ABSOLUTA” DO POETA GUIMARÃES FILHO Um poema começa [...]           ...